domingo, 13 de maio de 2012

A minha História com as TICs


Quero acreditar que desde pequena tive a presença das tecnologias, ainda nos tempos dos analógicos, eu pude ver o telegrama, a rádio, a TV em preto e branco.

Os meus professores ajudaram a entrar neste mundo quando na escola primária, na disciplina de português e literatura falavam sobre os meios de comunicação e os exemplos dados eram o telegrama, o rádio o jornal entre outros. Antes dos professores tive a presença fundamental da minha família que me ajudou bastante, pois com a expressão “estude para ser gente” mesmo que inconsciente, era um estímulo para que pudesse estudar e conquistar o meu lugar no mundo das letras. Com a chegada dos celulares no meu mundo, mesmo que ainda sem ter acesso direto a ele, pude entender que mais uma forma de estar conectado ao mundo invadia o meu ser, era mais uma nova forma de comunicar com o mundo.

O meu contacto direto com o computador foi na saída da adolescência, com a demanda de ter que escrever os trabalhos acadêmicos computadorizados e não mais datilografados, não foi fácil, pois tinha que dominar a técnica para mais tarde desenvolver a habilidade exigida pela máquina. O domínio á computador era imprescindível para poder ter os trabalhos acadêmicos organizados e corrigidos pelos professores. Mas tarde entraria no mundo do da internet e dos celulares que hoje dominam o mundo.

Tendo entrado no mundo da internet, encontrei novos amigos os que de uma ou de outra fazem parte do meu círculo de convivência mesmo que ainda virtual.

Durante a minha preparação para deixar o meu país, mais uma ferra, menta tive que dominar; a plataforma latts e as normas técnicas de escrita brasileira (ABNT).

De lá em diante a tendência é de aperfeiçoar-me mais, por isso a importância que dou da disciplina que me matriculei que é Metodologia do ensino Superior com as TICs, que me permitiram, pela exigência da mesma ter que me habilitar em mais uma ferramenta das TCIs, que é a abertura de um Blogger. Confesso que não me foi fácil, porém com a vontade que tenho de aprender e me envolver neste mundo me fará superar todas as dificuldades e dominar mais uma ferramenta que me auxiliará como uma metodologia de ensino, neste mundo que cada dia que avança os nossos alunos vêm dominando o mundo das TICs.

Opa! E eu me esquecendo que o ser atriz e ter estudado música também me exigia que dominasse alguns códigos das TICs...Valeu apena...!







quarta-feira, 9 de maio de 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS convida para:
SEMANA DA EDUCAÇÃO MUSICAL com professores da Texas Tech University/EUA
Convidamos a todos que participem e prestigiem a SEMANA DA EDUCAÇÃO MUSICAL que acontecerá de 11-19 de Maio no ESPAÇO CULTURAL UNIVERSITÁRIO da UFAL.
Estaremos recebendo a visita de professores vindos da Texas Tech University/EUA.
O evento é voltado a todos Educadores Musicais, aluno de música e comunidade em geral. As atividades incluem palestras, debates e um ciclo de 4 aulas ministradas às crianças do LABORATÓRIO DE VIOLINO que serão posteriormente comentadas com os presentes.
Não é necessário tocar violino ou trazer instrumento para as aulas. Os inscritos estarão participando das palestras, debates e observando o trabalho dos professores com as crianças. Mais informações ler aqui...
   

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Mingas, cantora moçambicana esbanjando a sua moçambicanidade através de alguns ritmos característicos de Moçambique no centro cultural Franco-Moçambicano
Mapa conceitual sobre O Professor do Ensino Superior 





Texto reflexivo sobre o ser Professor do Ensino Superior.
Antes de falar do professor do ensino superior gostaria de frisar que o ser professor no sentido lato é assumir uma das atividades bem difíceis da sociedade, porém tida como uma das mais prazerosas, assim narram vários professores do mundo em seus relatos de experiências de ser professor. O ser professor é tido umas das mais difíceis tarefas, pois tem que se ensinar ao educando a pensar a pesquisar, a ser crítico, como diz Paulo freire em seu livro Educação na cidade que o “papel de um educador constantemente progressista é testemunhar a seus alunos, constantemente sua competência (...) e estimular a dúvida, a crítica (...), a aventura de criar”. 

Dessa forma não o ser professor do ensino superior, é assumir essa tarefa árdua. Porém a ele lhe são acrescentadas outras funções e posturas que deve ter ante a universidade e a sociedade na qual está inserido. Para tal ele deve acima de tudo atender, para além dos três pilares que são o ensino, extensão e pesquisa, ter uma história de vida que justifique a sua aderência na docência do ensino superior, história esta que não deve estar desvinculada das suas vivências acadêmicas e escolares. Depois de adquirida a sua formação inicial, ele não deve se “acomodar”, mas ir ao encontro de outras formas de fazer ciência e de aquisição de conhecimento, permitindo dessa forma a sua formação continuada em outras áreas e não somente na que ele atua. Ele deve aperfeiçoar e aprofundar os saberes das suas áreas de atuação. Para tanto é necessário que ele desenvolva com criatividade a praticidade de ser docente, a flexibilidade, ser multidisciplinar e estar atendo ao avanço e na construção dos novos saberes, que não estão apenas no avanço das novas tecnologias, mas também nas mudanças de comportamento pedagógico, na administração do ensino, no comportamento dos alunos e no reconhecimento pelo trabalho. O reconhecimento pelo seu trabalho será conquistado através do desenvolvimento de competências tais como: a dimensão política, domínio da realidade e domínio dos conteúdos acadêmicos. No tocante ao tocante ao domínio dos conteúdos, o professor dever ter em seu domínio a gestão curricular o que permitirá melhor dosagem do processo de ensino- aprendizagem, domínio das tecnologias, fará uma ponte nas relações interpessoais entre professor- aluno, aluno- professor e universidade comunidade.

FARIAS, Isabel M. et al. Didática e docência: aprendendo a profissão. Brasília: Liber, 2009.
MASETTO, M. T. Professor universitário: um profissional da educação na atividade docente In: MASETTO, Marcos T. (org). Docência na universidade. Capinas: Papirus,1998.
PIMENTA, Selma G. A profissão professor universitário: processo de construção da identidade. In: CUNHA, M. I.Docencia universitária: profissionalização e praticas educativas. Feira de Santana: UEFS Editora, 2009.
RAMOS, Katia M. Reconfigurar a profissionalidade docente universitária: um olhar sobre ações de atualização pedagógico-didática. Porto: Universidade do Porto, 2010


Durante a abertura do II seminário de Educação Musical e I de Educação Musical africana com a presença dos representantes da UFAL e do Convidado Nigeriano Professor Doutor  Meki Nzewi.



Professor Professor Doutor Meki Nzewi da Universidade de Pretória sendo recebido pelo Então Vice-Reitor Erico Lobo durante o I Congresso de Educação Musical africana na UFAL em novembo de 2011, do seu lado esquerdo a Professora Heather Dea Jennings que foi intérprete dele.